Aleksejs Ponakovs promete mostrar mais de sua vida

Aleksejs Ponakovs decidiu movimentar seu Instagram, que, até então, tinha apenas cinco publicações em três anos.

Percebi que, ao entrar no meu perfil, é difícil entender o que eu faço. Então, aqui vai a versão resumida:

Jogo poker desde 2008. Durante muito tempo, era apenas algo de que eu gostava, até que, em 2017, decidi levar isso a sério.

De alguma forma, isso me levou ao mundo dos torneios high stakes, a um ritmo frenético e a uma quantidade de aeroportos muito maior do que eu gostaria.

Desde então, consegui conquistar três braceletes da WSOP e dois títulos da Triton.

Essa é a parte fácil de contar.

Nos bastidores, ficam milhares de horas de estudo, derrotas, vitórias, viagens e, de vez em quando, a pergunta: por que eu escolhi essa profissão?

Fora do poker, sou marido e pai. Gosto de esportes, boa comida, vinho, viagens e de qualquer vestígio de uma vida normal entre os torneios.

Nunca fui bom em compartilhar minha vida na internet, mas parece que chegou a hora de mudar isso.

Vou falar sobre poker, viagens, vida e tudo o que acontece entre uma coisa e outra.

Regular de Omaha ganha quase $192 mil na CoinPoker

Um regular de Omaha que joga na CoinPoker com o nick “cumicon”, sem relação com o antigo dono desse apelido, compartilhou seus resultados recentes:

Setembro foi completamente insano.

Resultado: +$191.796

Mãos: 34.480

Win rate por EV: 25 bb/100

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Joguei heads-up, 7-max e um pouco de 4-max. Principalmente nos limites $5/$10 e $10/$20, com algumas tentativas malsucedidas no $25/$50. No heads-up, houve muitas batalhas entre regulares.

O fato de eu ter terminado abaixo do valor esperado pode parecer estranho, mas obviamente tive uma sorte absurda em situações que não são contabilizadas pela linha de All-in EV. A sorte teve um papel bastante importante.

Resultados assim são sempre agradáveis.

Naturalmente, esse não é um win rate realista. Tudo deu certo para mim, exceto o All-in EV.

No acumulado do ano, o outro “cumicon” disputou 157 mil mãos, com win rate de 13 bb/100.

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Jogadores deixam Nevada para disputar torneio do ClubWPT Gold

Há duas semanas, os jogadores do ClubWPT Gold perderam a possibilidade de jogar em Nevada. Naquele momento, a sala realizava um torneio por fases, e muitos regulares já haviam se classificado para o Dia 2.

Adam Hendrix precisou improvisar:

— Passei para o Dia 2 quando ainda era possível jogar de Nevada. Agora, meu grind de domingo acontece em algum lugar de Nárnia. Mais precisamente, dentro de um carro na divisa entre Califórnia e Nevada.

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Mike Holtz revelou outra localização:

— Estou na loja Lotto. Só que a segurança acabou de pedir para eu sair e, por causa disso, deixei de dar lead no turn.

Um usuário sugeriu uma alternativa:

— O posto de gasolina logo depois do shopping é uma ótima opção.

Hendrix começou a enxergar uma oportunidade:

— Eu nem imaginava que tanta gente estava com esse problema. Talvez valha a pena investir em um bar de onde todo mundo possa jogar.

Jason Strasser relembra interrogatório do FBI por saque de $200 mil

Jason Strasser contou como foi parar diante de um agente do FBI depois de tentar sacar dinheiro da própria conta:

Depois da UIGEA, no fim de 2006, saquei todo o meu dinheiro do PartyPoker e do PokerStars.

Dei uma pausa na carreira de jogador, mas logo ficou claro que estava tudo bem com PokerStars e Full Tilt Poker. O que aconteceu cinco anos depois é outra história.

Não vou dizer o nome, mas um amigo da universidade, que estava destruindo no online, aceitou fazer uma troca e me transferiu $200 mil no PokerStars.

Ofereci devolver o dinheiro por cheque ou transferência bancária, mas ele pediu em espécie. Eu não fazia ideia de como os bancos funcionavam e sugeri que nos encontrássemos diretamente na agência do campus.

Chamamos outro amigo e fomos os três ao banco: “Olá, gostaria de sacar $200 mil da minha conta”.

A caixa simplesmente deu uma risada. Entreguei meu passaporte. Ela começou a digitar, olhava para mim, depois para a tela, e então saiu.

Voltou com o gerente, que perguntou se eu realmente queria sacar aquela quantia.

“Mas o dinheiro é meu. Qual é o problema?”, perguntei, sem entender.

Ele disse para eu voltar no dia seguinte.

Mais tarde, naquele mesmo dia, recebi uma ligação de um número desconhecido. Era um agente do FBI, que perguntou novamente se eu havia tentado sacar $200 mil no banco. Ele propôs que nos encontrássemos na manhã seguinte, na mesma agência.

Fui levado a uma sala. O agente estava sentado à mesa, examinando impressões do meu perfil no Hendon Mob.

“Vejo que você joga bem poker e paga seus impostos. Não há problema nenhum em sacar seu dinheiro. É que as pessoas nem sempre retiram quantias assim para fins legais. Aliás, para que você precisa de $200 mil?”

“Devo esse dinheiro a um amigo que está aqui comigo.”

“E para que ele precisa disso?”

“Não sei, mas ele é asiático, e eles sempre preferem dinheiro vivo.”

Ele mal conseguiu segurar o riso e disse:

“Jason, faça um favor para mim: simplesmente dê um cheque ao seu amigo asiático.”

“Sim, senhor.”

E a história terminou ali. Continuo tendo uma boa relação com aquele amigo asiático, e frequentemente damos risada ao relembrar o episódio.

Ocean KO divide opiniões entre os profissionais

Os responsáveis pelo canal Standard Backing acreditam que os torneios Ocean KO terão um impacto importante no futuro do poker de torneios:

Nos próximos seis a 18 meses, a GG vai concentrar uma parcela muito grande de sua oferta nesses torneios. PokerStars e os demais concorrentes seguirão o exemplo assim que perceberem a popularidade deles.

Vai ser mais ou menos o que aconteceu há alguns anos, quando colocaram bounties em quase todos os torneios. Hoje, aproximadamente 70% dos torneios são PKO ou Mystery Bounty.

Sergi Reixach recebeu a novidade com ceticismo:

— Quem acha que Mystery Bounty tem uma variância enorme… segura minha cerveja.

Um usuário levantou outra hipótese:

— Nos PKOs, a variância é menor do que nos torneios tradicionais. E nesses, provavelmente, é menor do que nos torneios de bounty comuns.

Reixach respondeu:

— Concordo com a primeira parte. Acho que a ordem seria: PKO < Mystery < torneios regulares < Ocean KO. Mas o fator mais importante provavelmente é o tamanho do field, não?

No domingo, Sergi puxou um bounty de $131 mil em um Ocean KO de $100 e mudou de opinião:

— Retiro o que disse. A variância deles nem é tão grande assim.

Lex Veldhuis também comentou a repercussão do formato:

— As pessoas enlouqueceram completamente com o Ocean KO. Para mim, é um jogo incrível. Tem muito menos aleatoriedade do que Mystery Bounty, e em cada mão você sabe pelo que está jogando.

Doug Polk brinca com perdas no online e ataques de hackers

O “aposentado” Doug Polk não vive sua melhor fase no poker online:

Perdi muito dinheiro nos últimos meses. Tinha a sensação de que meus adversários conseguiam ver minhas cartas.

Recentemente, descobri que realmente existe um programa usado por hackers para invadir os computadores de regulares dos high stakes. E descobri que me enviaram esse programa lá em julho.

Infelizmente, nunca cheguei a instalá-lo.

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Um regular de NL2K que publica com o nick “Donk_Orleone” também reclamou de ter sido vítima de trapaceiros:

Também fui prejudicado por um superusuário, e isso coincidiu com a maior downswing da minha carreira. Mas o que me preocupa muito mais é saber que um estranho viu o histórico do meu navegador.

Algumas semanas antes, Donk havia compartilhado com os leitores o que chamou de “o call mais estúpido da história do poker”, protagonizado por ele mesmo.

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Sam Greenwood ainda se irrita com episódio na Triton Jeju

Sam Greenwood ainda não superou sua viagem malsucedida à Triton em Jeju:

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Em um dos torneios, quando o big blind estava em 3 mil, um jogador colocou o BB e o ante com as fichas em duas fileiras, como na imagem. O dealer recolheu primeiro as três fichas que estavam com o logo da Triton virado para cima. Já se passaram duas semanas, e isso ainda me irrita.

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O diretor de torneios da série, Luca Vivaldi, saiu em defesa do funcionário:

— Pela imagem, elas eram as fichas mais próximas do dealer. Além disso, ele demonstrou respeito pela marca. Claramente, fez a escolha mais sensata.

Série da Netflix sobre a FTX provoca críticas

Nos últimos dias, a Netflix divulgou o trailer da série “Altruístas”, cuja estreia está marcada para 19 de novembro.

No X, o vídeo já havia alcançado 11 milhões de visualizações.

A produção conta a história de Sam Bankman-Fried, fundador da controversa exchange de criptomoedas FTX, e de sua parceira de negócios, Caroline Ellison. Em março de 2024, Bankman-Fried foi condenado a 25 anos de prisão nos Estados Unidos. Ellison recebeu uma pena de dois anos e foi libertada antecipadamente em julho de 2026.

A comunidade de criptomoedas recebeu o anúncio de forma bastante negativa.

O comentário com mais curtidas no Reddit dizia:

Já estou de saco cheio dessas séries pseudobiográficas sobre pessoas ruins. E não me importa se os criadores as transformam em heróis ou as retratam de forma negativa. Simplesmente parem de dar importância a elas.

Jason Mo também reagiu depois de assistir ao trailer:

— Fiquei um pouco enjoado.

O responsável pelo canal de criptomoedas Trading Axe, com 150 mil seguidores, foi ainda mais duro. Em sua crítica, fez uma série de acusações:

Que merda eu acabei de assistir? Nada do que aparece no trailer aconteceu. E, com certeza, não foi como os criadores estão mostrando.

Caroline era uma feminista drogada que foi trabalhar na Alameda Research. Sua ligação com SBF ia além de um relacionamento amoroso. Antes de conhecê-lo, ela era, na melhor das hipóteses, uma analista de merda.

Depois, SBF transformou a Alameda Research na exchange FTX. Nunca houve essa história de “nós dois contra o mundo” ou qualquer outra merda desse tipo. Hahaha.

Eram dois drogados que, sempre chapados, atraíam traders ricos com bitcoins falsos.

Já Sam Trabucco, que era o verdadeiro cérebro e organizador de tudo, por algum motivo nem sequer é mencionado no trailer.

Shaun Deeb critica ranking de Jogador do Ano da WSOP

Shaun Deeb anunciou que não voltará a disputar a corrida pelo prêmio de Jogador do Ano da WSOP. A gota d’água foi a decisão dos organizadores de incluir no ranking um torneio de $250 mil.

Inicialmente, o evento havia sido anunciado com um modelo semelhante ao dos torneios por convite da Triton. Os profissionais poderiam se inscrever sem restrições, enquanto os amadores precisariam passar pela aprovação de uma comissão especial. Em setembro, porém, os responsáveis pela WSOP mudaram de ideia e abriram o torneio para todos.

Nesse evento, amadores e regulares jogarão separados até a chegada à faixa de premiação.

Deeb criticou a mudança:

Só agora percebi as alterações que eles anunciaram há um mês. Acho que este será meu último ano disputando o ranking.

Essa decisão, assim como o calendário da série nas Bahamas como um todo, é um grande erro. É triste que eles nem tentem ouvir as pessoas que sempre brigam pelas primeiras posições e que mais entendem do assunto.

Para eles, isso é apenas uma armadilha para arrecadar mais rake. Infelizmente, caí nessa armadilha ainda no verão.

Benny Glaser relembrou uma conversa com Daniel Negreanu:

Daniel me prometeu que não haveria mais Triton na série. Fiquei feliz, porque achei que agora colocariam mais torneios baratos. No fim, eles simplesmente transformaram a série em sua própria versão da Triton…

Texas Mike expressou uma esperança:

Espero que, dessa vez, os amadores sejam realmente amadores. Pessoas que têm o poker como principal fonte de renda não deveriam poder jogar entre os amadores no primeiro dia.

No torneio de $500 mil da Triton, havia, entre os amadores, várias pessoas que jogam profissionalmente e ganharam milhões com poker.

Campeão do The One vai direto para o PLO de cinco cartas

O campeão do torneio de domingo “The One”, da CoinPoker, que teve buy-in de $250, 24.074 entradas e prêmio de $1 milhão para o vencedor, abriu quatro mesas de PLO de cinco cartas nos blinds $25/$50 logo depois da conquista.

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O resultado da sessão não foi divulgado.