Original

Estou sentado no bar do cassino-hotel Luxor, em Las Vegas, conversando com um homem de 67 anos que acabei de conhecer. Ele veio para fazer uma tatuagem no ombro — a imagem da Cachoeira Yosemite, na Califórnia. Pelo que entendi, essa foi a forma que encontrou para impressionar uma mulher com quem já visitou a cachoeira e com quem o relacionamento não andava bem ultimamente. Quando ele foi embora, desejei boa sorte e fiquei novamente sozinho entre o barulho das máquinas caça-níqueis. Enquanto tomava um gole de gim, pensei que, se existe uma cidade capaz de fazer você acreditar no impossível, é esta.

Virou moda não gostar de Vegas — e, de certa forma, é compreensível. Cada um de nós tem um número limitado de férias ao longo da vida, e eu entendo perfeitamente por que muitos não querem gastar uma delas para ver, no meio do deserto, um trio do Blue Man Group se apresentando em um hotel decorado como o Antigo Egito.

Mas essa cidade sempre me fascinou. E aqui estou novamente — assim como meu interlocutor ocasional, vim tentar reacender um amor que já havia se apagado.

O hotel Luxor fica na parte sul da Strip. É uma enorme pirâmide preta fosca: 4.407 quartos e 65.000 metros quadrados de área de jogos. O tema egípcio está por toda parte: paredes cobertas por hieróglifos sem sentido; faraós de plástico recebem os hóspedes na recepção, e os táxis aguardam à sombra de uma esfinge gigante. Cheguei em uma tarde quente de outono, peguei a chave e subi para o quarto: o sol branco do deserto iluminava o ambiente através das enormes janelas panorâmicas. Nunca os quartos do Luxor estiveram tão baratos — neste hotel e em muitos outros, os descontos chegam a 50%. Vegas está tendo um ano difícil.

Em 2025, a cidade recebeu significativamente menos turistas do que em 2024. Na verdade, trata-se da maior queda desde a pandemia. A internet está cheia de fotos e vídeos de cassinos assustadoramente vazios — na realidade, a situação não é tão dramática, mas os problemas são evidentes. Os hotéis não estão cheios: em julho, apenas 66,7% dos quartos estavam ocupados, 16,8% a menos do que no ano anterior. O fluxo de passageiros no aeroporto caiu 4,5%. Os canadenses — historicamente alguns dos apostadores mais entusiasmados — praticamente desapareceram. As vendas de passagens da Air Canada para Vegas caíram 33%, e a companhia low-cost Flair, de Edmonton, registrou uma queda de 62%. A prefeita Shelley Berkley está alarmada e praticamente implora para que os vizinhos do norte voltem. “Por favor, venham”, disse ela, dirigindo-se publicamente aos canadenses. “Nós amamos vocês, sentimos muita falta, precisamos de vocês.”

Para onde todos foram? Ninguém sabe ao certo. Mas existem razões óbvias para a queda: os preços aumentaram de forma absurda nos últimos anos, e as redes sociais estão cheias de reclamações sobre o custo elevado de hotéis e restaurantes. É verdade que isso vale para muitas cidades do país, mas Nova York e Los Angeles sofreram menos. A retórica de Donald Trump provavelmente também influenciou os canadenses. E, segundo especialistas, a situação deve piorar: a previsão é de uma queda de pelo menos 6% no turismo internacional em 2026.

Mas, na minha opinião, o problema de Vegas não está apenas nos números, e sim na morte do espírito da cidade. Nos últimos anos, ela perdeu algo muito mais importante do que os turistas canadenses. Durante gerações, os americanos cresceram sabendo que, no meio do deserto de Nevada, existia a Cidade do Pecado — uma meca de prazeres baratos, intensos e irresistíveis. E por décadas foi exatamente assim: praças de alimentação abertas 24 horas do tamanho de um campo de futebol, ingressos para o show de David Copperfield pelo preço de um café, cigarros e bebidas grátis, além de uma sensação geral de irresponsabilidade e excessos.

Las Vegas, é claro, tirava o seu dinheiro — mas fazia isso com respeito, devagar e suavemente. Em troca, oferecia uma experiência única. Sim, você perdia (em cassinos isso é inevitável), mas comprava uma aventura que ficaria para a vida toda.

Esse “acordo” foi praticamente cancelado nos últimos anos. Milhões de pessoas perceberam isso instintivamente e pararam de vir. As pequenas alegrias de Vegas ficaram caras demais, e o preço a pagar — na forma de perdas — tornou-se rápido e implacável demais. Foi para testar essa teoria que eu me hospedei no Luxor em outubro. Se eu estiver certo, e a cidade realmente não for mais a mesma, eu deveria ver isso com meus próprios olhos.

E eu vi, com toda certeza.

John e Kristina Mehaffey — um casal que administra juntos o site de notícias sobre jogos de azar Vegas Advantage. Eles me convidaram para nos encontrarmos e conversar no Harrah’s, um dos cassinos de aparência mais sem graça da Strip.

O Vegas Advantage é conhecido por sua atenção quase maníaca aos detalhes: lá, tudo o que acontece no ecossistema de jogos da cidade é monitorado e registrado. Se algum cassino trocar o feltro de uma mesa de blackjack, os Mehaffey certamente ficarão sabendo antes de todo mundo.

Eu entrei em contato com eles e pedi que me mostrassem uma roleta com três zeros — o triste símbolo da nova Las Vegas. As primeiras apareceram em 2016, no Venetian, e desde então, infelizmente, se espalharam rapidamente por toda a Strip. O amor dos cassinos por essas mesas é fácil de entender: cada vez que um jogador aposta nelas, está sendo abertamente prejudicado.

O casal Mehaffey me conduziu por entre as máquinas caça-níqueis reluzentes até a área de jogos. Aproximamo-nos com cuidado de um grupo de jogadores inclinados sobre a roleta — todos hipnotizados pelo movimento da pequena bola prateada girando. John explicou em voz baixa a matemática do jogo: 36 números, metade pretos e metade vermelhos. Se você acertar um número, recebe 35 para 1; se apostar em cor, tem a chance de dobrar a aposta. O jogo seria estritamente equilibrado, não fosse o zero — ou melhor, na realidade atual, dois ou até três zeros.

Toda a vantagem do cassino está nesses setores. Por causa deles, apostar em cor deixa de ser um simples cara ou coroa. E mesmo que o jogador acerte um número, o pagamento continua sendo de 35 para 1 — embora a roleta com três zeros tenha 38 setores. O que já era um jogo negativo tornou-se absolutamente predatório: o terceiro zero esvazia as carteiras dos apostadores em uma velocidade nunca vista.

Você provavelmente vai perguntar: mas quem aceitaria jogar algo assim? Eu respondo: naquele mesmo dia, vi um grupo barulhento (era uma despedida de solteiro) se divertindo animadamente em uma dessas mesas. E, a apenas dois metros dali, sob luz fluorescente, havia uma mesa com dois zeros completamente vazia. Os homens, já bem animados pela vodka, ou não sabiam que havia uma opção melhor ao lado, ou simplesmente não se importavam com esse tipo de detalhe.

E o problema não se limita à roleta. A próxima vítima da “filosofia dos três zeros” foi o blackjack, ainda o jogo mais popular da cidade. Historicamente, sempre houve uma regra de ouro: quando o dealer lhe dá um blackjack (ás mais qualquer carta de valor dez), o pagamento é de 3 para 2 (por exemplo, uma aposta de $100 rende $150). Agora, a maioria das mesas opera com novas regras: o pagamento é de 6 para 5 — ou seja, $120 para uma aposta de $100. “Isso triplicou a vantagem do cassino”, diz John, dando de ombros. “Ela passou de 0,66% para 2%.”

E mesmo que você esteja disposto a aceitar essas mudanças nos jogos clássicos, há outro problema — jogar ficou caro. John me mostrou os números: em 2020, era possível jogar blackjack com aposta mínima de $5 em 38 cassinos (e o pagamento por blackjack era, claro, 3 para 2). Hoje, restam apenas seis. Agora, quase em todos os lugares, a aposta mínima é de $25, e muitas vezes de $50. Nada barato! Jogadores com alto poder aquisitivo, por outro lado, continuam sendo bem tratados: sabe onde encontrei a única mesa de roleta com um único zero em toda a Strip? Claro, na área VIP. Um luxo reservado apenas aos high rollers.

John afirma que os limites aumentaram durante a pandemia. As regras de distanciamento social impediam que as mesas fossem ocupadas por completo, então os cassinos compensaram as perdas aumentando as apostas mínimas. Quando a pandemia acabou, nada voltou ao que era antes. O consultor imobiliário Oliver Lovat me disse que os jogos baratos desapareceram porque deixaram de ser lucrativos. A inflação e o aumento dos custos operacionais (incluindo o recente aumento do salário mínimo em Nevada para $12 por hora) acabaram com a era do blackjack acessível. Como resultado, apesar da queda no fluxo de turistas, a receita da cidade com jogos continua crescendo. Mas, para visitantes com bankroll menor, simplesmente não há mais espaço.

Assim como muitas outras áreas da vida, Vegas foi tomada por grandes corporações. A empresa Harrah’s Entertainment (que antes era dona do cassino onde encontrei os Mehaffey) foi vendida por $27,8 bilhões em 2008 para um grupo de investidores. Uma das compradoras, a Apollo Global Management — gigante do mercado imobiliário de Nova York — adquiriu em 2022 o lendário hotel Venetian. Toda a Strip passou por negócios bilionários. O fundo Blackstone comprou o Bellagio em 2019 e, pouco depois, o MGM Grand e o Mandalay Bay. Mais tarde, vendeu parte desses ativos para a Vici Properties, um fundo imobiliário que hoje possui 54 cassinos. Pequenos e médios negócios praticamente desapareceram — quase tudo pertence a grandes corporações.

Andrew Woods, diretor do Centro de Pesquisa em Negócios e Economia da Universidade de Nevada, explica:

Os cassinos da Strip não são mais administrados por pessoas específicas. Tudo é orientado por interesses corporativos. Por isso a abordagem mudou. Por que não maximizar o lucro para os acionistas, extraindo o máximo possível dos clientes? Especialmente se esses clientes, como acontecia até recentemente, não reclamavam?

Essas palavras me lembraram uma conversa com Jacob Orth, um videoblogger conhecido como JacobslifeinVegas. Há 11 anos ele publica guias para visitantes da cidade. Seu vídeo mais popular, “5 maneiras pelas quais as prostitutas de Las Vegas enganam você”, tem 7,6 milhões de visualizações.

Nos últimos tempos, porém, seus vídeos ficaram mais sombrios — Jacob também vem registrando o declínio da cidade. Seu segundo vídeo mais popular foi publicado recentemente, no verão de 2025. O título: “Para onde todo mundo foi? Por que ninguém mais quer ir para Vegas?”

Orth me contou uma história que, segundo ele, ilustra perfeitamente as mudanças. Dois anos atrás, ele perdeu alguns milhares de dólares nas máquinas e passou a esperar um convite para se hospedar gratuitamente no hotel. Esse é um ritual clássico de Vegas: hóspedes que perdem valores altos costumam receber ofertas de quartos, jantares e outros benefícios. O plano funcionou — algumas semanas depois, ele recebeu um e-mail convidando-o a voltar e aproveitar uma estadia gratuita.

Mas, ao chegar, começaram os problemas: primeiro, cobraram uma taxa de resort (resort fee) de $90. Depois, disseram que a reserva feita por telefone custava $15 e que, se ele quisesse fazer check-in antecipado, precisaria pagar mais $60.

Quando finalmente chegou ao quarto, encontrou a banheira suja. Pediu outro — e foi questionado pela recepção sobre o seu nível no programa de fidelidade.

“Pessoal, vocês realmente querem que eu esteja aqui? Ou até conseguir um quarto limpo em Las Vegas já virou um luxo?”

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Como quer que seja, a queda no fluxo de turistas não transformou Vegas em uma cidade fantasma. A internet está cheia de memes sobre isso e vídeos com títulos sensacionalistas como “5 razões pelas quais Las Vegas está MORRENDO” — mas, na realidade, ainda há muita gente por lá. Certa manhã, entrei no Caesar’s Palace e imediatamente me vi no meio de uma multidão de apostadores boomers. Todos fumavam cigarros e tomavam martínis sem economia, enfiando maços de dinheiro nas máquinas, embora ainda nem fosse meio-dia.

Apesar das estatísticas preocupantes, muita coisa continua acontecendo em Vegas. Nos últimos anos, a cidade ganhou times da NFL e da NHL, e um time de beisebol é esperado para 2028. A Sphere não é apenas uma nova casa de shows, mas uma verdadeira sensação mundial — lá se apresentam os Backstreet Boys, e Kamala Harris chegou a realizar encontros com eleitores no local.

A parceria com a Fórmula 1 foi estendida até 2027. Em resumo, as pessoas ainda têm motivos para visitar — e os hotéis terão quem receber.

Mas quem, afinal, está pior em Vegas? A palavra é de Sarah, uma mulher de 56 anos que há três décadas vende passeios de um dia na Strip e oferece hospedagem para turistas. O último ano foi o pior da história do seu negócio. Ela suspira:
“Antes aqui estava sempre cheio, a qualquer hora. Agora olhe — as calçadas estão vazias. Dizem que a Fórmula 1 traz muitos turistas, mas a gente não os vê, eles não caminham pelas ruas.”

Uma showgirl cansada (uma pena vermelha de pavão havia se soltado de sua fantasia enquanto conversávamos), que costumava ser muito procurada para fotos, confirmou a mesma impressão. Disse que o último verão foi o pior de todos.

Depois encontrei um convincente Capitão América, que também reclamou da queda brusca na renda. Ele estava com outros cosplayers — Optimus Prime e Stitch — perto de brinquedos infantis, esperando que as crianças corressem até eles e pedissem fotos aos pais. Infelizmente, enquanto conversávamos, ninguém apareceu. Um triste Pennywise (A Coisa), segurando um balão vermelho, apenas deu de ombros quando perguntei como estavam as coisas — mais ou menos.

Fremont Street performers rules under review by city | Las Vegas | News | Politics and Government
Dupla de Pennywise na Freemont

Entrei em um restaurante qualquer e conversei com o bartender. “Meu trabalho, por enquanto, parece seguro”, disse ele. “Mas as escalas de alguns novatos que foram contratados recentemente no cassino simplesmente caíram para zero. E, no geral, você está certo — aqui já não é como antes. Antigamente dava para comer um steak de 6 dólares dessa espessura”, — ele abriu os dedos uns oito centímetros. “Hoje isso não existe mais.” Vale mencionar que paguei $40 por um prato de fajitas — e nem eram boas.

No mesmo dia, conversei com Mike, vendedor de ingressos para o Cirque du Soleil. Segundo ele, o negócio neste verão “caiu cerca de 50%”, e ele tem sua explicação: “Acabei de falar com um pessoal do Texas”, disse. “Todos dizem a mesma coisa: hoje preferem jogar nos cassinos de Oklahoma. Não tem taxa de resort, e a cerveja custa $2.”

Talvez os cosplayers de rua e os vendedores não despertem muita compaixão. Mas não consigo deixar de pensar: o que será deles agora que Las Vegas está rapidamente abandonando sua reputação de cidade de prazeres acessíveis? Deles — e de todas as outras pessoas que faziam parte da experiência para os visitantes: trabalhadores comuns, senhores e senhoras, avôs e avós. Aqueles que só queriam comer um steak barato e generoso, jogar nas máquinas e tirar uma foto com uma dançarina de fantasia.

Estou parado nos degraus do MGM Grand, observando o brilho verde de seus letreiros de neon. Foi aqui que, dez anos atrás, me apaixonei perdidamente por Las Vegas.

Na época, uma empresa (que já faliu) me convidou à cidade para cobrir um torneio de eSports. Lembro de conversar com adolescentes tímidos, voltar para o quarto no Hard Rock Hotel and Casino e perceber que não tinha nada para fazer. Então ouvi o que a Cidade do Pecado sussurrava: saquei $200 no caixa eletrônico (uma quantia significativa para mim naquela época) e me sentei pela primeira vez na vida em uma mesa de blackjack.

O que aconteceu depois mudou algo dentro da minha jovem cabeça. Eu apostava $5 por mão (felizmente, isso ainda era permitido), meu stack oscilava lentamente ao sabor da variância, e as horas passavam sem que eu percebesse. Garçonetes atenciosas apareciam como por mágica, trazendo copos de whisky com cola gratuitos e mantendo meu bom humor. Jogadores mais experientes me ensinavam pacientemente o básico: ases: sempre split; 12: nunca dobrar.

Em certo momento, recebi blackjack duas vezes seguidas, e lá estava eu já no lucro, jogando com o dinheiro ganho. Um drink, depois outro. As conversas na mesa ficaram animadas e embriagadas: discutíamos se deveríamos ir jogar craps ou terminar a noite em um strip club. No fim, não fui a lugar nenhum — mas às três da manhã voltei para o quarto $100 mais rico.

Como era de se esperar, no dia seguinte perdi tudo. Voltei para a mesma mesa, mas a sorte não apareceu. Quando o dealer recolheu minhas últimas fichas, fui ao bar — onde, infelizmente, as bebidas já eram pagas. Ainda assim, não fiquei chateado, nem pela derrota nem pelos preços. Lembro da euforia que senti naquela primeira viagem. O que me conquistou não foi o jogo em si, mas a sensação geral de liberdade despreocupada que a cidade proporcionava. Quer libertar seus piores instintos? Fique à vontade! Responsabilidade financeira? Esqueça! Assuntos importantes? Deixe para lá! O que acontece em Vegas, fica em Vegas. Dane-se tudo — relaxe e aproveite.

E agora estou novamente no saguão do MGM Grand. Saquei mais $200 (desta vez pagando $11 de taxa) e me sentei em uma mesa de blackjack, esperando recriar uma noite cheia de diversão e aventura. Mas, desta vez, não foi tão simples. A aposta mínima era de $25, então meu “bankroll” dava para apenas oito mãos. Em menos de meia hora, joguei a última: fiz 19, a dealer mostrou 20. Minha última ficha desapareceu da mesa. Nem tive tempo de chamar a garçonete para pedir um coquetel.

Tudo isso pareceu uma traição. Muitos turistas não percebem — o que é compreensível. Para notar como a cidade mudou, é preciso ter vivido o “antigo” Vegas. Se você nunca amou essa cidade, ela não vai partir seu coração. A maioria das pessoas que passeia pela Strip nem presta atenção em quantos zeros há na roleta. E, mesmo que percebam que são três, ainda assim vão apostar.

Afinal, qual é a diferença?

No último dia da minha viagem, fui à Global Gaming Expo, uma feira anual criada para demonstrar a escala e a força da indústria de cassinos. Os estandes se estendiam até onde a vista alcançava: uma empresa apresentava poltronas de couro perfeitas para mesas de blackjack, outra mostrava novas placas-mãe que permitirão extrair dinheiro dos jogadores online mais rápido do que nunca. As exposições mais chamativas estavam com os fabricantes de slots (e eram justamente eles que distribuíam bebidas gratuitas). Os desenvolvedores falavam com orgulho sobre como suas novas soluções ajudariam os cassinos a gerar lucros sem precedentes. Afinal, esse é o único objetivo da indústria — e, para ser sincero, foi até reconfortante estar em um lugar onde ninguém tentava esconder isso.

A conversa mais marcante que tive foi com um dos desenvolvedores de software. Com os olhos brilhando, ele me contou sobre as tecnologias que em breve chegarão ao mercado de jogos. Segundo ele, no futuro próximo, não será mais necessário ir ao caixa eletrônico para abastecer uma máquina de slots — bastará aproximar o smartphone. Isso permitirá que os clientes, como ele disse, “não saiam do estado hipnótico em que os slots os colocam” e continuem jogando sem interrupção. Já a queda no turismo em Las Vegas, pelo que percebi, não parecia preocupar muito ninguém na feira. Talvez eles estejam certos: nesta cidade sempre haverá maneiras de ganhar muito dinheiro. Las Vegas pode estar mudando, mas dificilmente deixará de existir.

Naquela noite, eu ainda tinha algumas horas livres e fui caminhar pela Strip, dando alguns goles em uma pequena garrafa de Jack Daniel’s. Ainda havia $200 no bolso, e as portas dos cassinos estavam abertas por toda parte, mas eu não tinha pressa. Não conseguia me livrar da sensação de que já sabia como tudo iria terminar. Ainda assim (não tinha como evitar), acabei me sentando em uma mesa de blackjack onde o pagamento pela combinação perfeita era de apenas 6 para 5.

Naquela noite, a sorte estava do meu lado — e, mais surpreendente ainda, consegui me levantar da mesa com um lucro de $160. Mas o “tillt do vencedor” não me deixou voltar para o quarto; eu queria continuar. Sentei na primeira máquina que vi e alimentei o slot com algumas notas de vinte. A tela tinha um tema árabe: uma sensual gênia de barriga à mostra dançava diante de mim, enquanto uma lâmpada mágica tremia ao lado. Apertei o botão de spin — e, de repente, a máquina pareceu explodir. Imagens tomaram conta da tela, e números assustadoramente grandes começaram a aparecer. Quando tudo terminou, descobri que havia ganho $900. Nada mal.

Antes de subir para o quarto, eu (claro) perdi mais $100 no blackjack — só então consegui me convencer de que era hora de parar. No quarto, deitei na cama, segurei as notas de cem dólares que havia ganho, tirei uma foto e enviei para minha esposa (embora, obviamente, ela já estivesse dormindo).

Sim, Vegas já não é mais a mesma. Mas há uma coisa que qualquer apostador entende: a vontade de ganhar nunca desaparece. E onde mais saciar esse desejo, se não aqui? No fim das contas, todas as frustrações e decepções acabam sendo esquecidas, depois de uma grande girada vencedora.

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