Começou a jogar poker na escola, com dinheiro fictício, mas sempre foi extremamente competitiva. Foi expulsa da universidade por jogar online. Trabalhou para o Russian Reporter, jornal Metro e LifeNews. Por acaso, acabou na redação da GipsyTeam e, desde 2019, está conosco. Aliás, esse é o seu relacionamento mais longo com o trabalho.
Se você for à página principal e ver um novo material estranho, provavelmente é ideia dela.
Ela também ganhou um SNG no EPT, então pode se gabar de ter um título. Desde então, não jogou torneios ao vivo. Para ela, o tempo de jogar poker já passou.
Conversamos com Darya Krashennikova sobre a descida de limites, encontrar o próprio jogo, a importância de trocar de treinador, jogar com mais de 1.000 buy-ins por limite e ser crítica consigo mesma. Também falamos sobre o barulhento poker ao vivo brasileiro e a nova temporada da casa de streams na Argentina.
Analisamos uma mão em que sequências se transformaram em bluff catchers e tentando encontrar uma linha ótima tanto para o herói quanto para seu oponente.
Perguntamos a vários regulares sobre sua rotina diária e hábitos que lhes permitem ganhar milhões e liderar os rankings.